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Novo estudo: Portugueses preferem interações pessoais às virtuais

03.03.2016

Interações virtuais são tão boas como as presenciais?

De acordo com o novo estudo global da GfK, realizado em 23 países incluindo Portugal, 23% dos consumidores concordam que as interações virtuais com pessoas e lugares são tão boas como as presenciais. E em Portugal?

As oportunidades para interações virtuais são cada vez mais comuns no dia-a-dia dos consumidores quer seja em ambiente de trabalho, através das videoconferências, como também nos smartphones com o face-timing, ou até via chats de mensagens instantâneas como o facebook ou WhatsApp. De destacar ainda as apps de conhecer/ explorar as cidades e os locais, como restaurantes e museus através do Google Street View ou 3D-Panorama.

Mas serão estas interações tão boas quanto estar in loco nos locais?

Sim, principalmente para os inquiridos entre os 20 e 40 anos, inclusive target este com maior grau de concordância face aos adolescentes: 28 por cento dos inquiridos com idade compreendida entre os 20-29 anos e 27 por cento com idades entre os 30 e 39, concordam que as interações virtuais "são tão boas quanto estar lá”, o que os coloca à frente de 22 por cento dos adolescentes.

Por sua vez, e sem grande surpresa, a concordância diminui entre as gerações mais velhas, ao atingir apenas 15 por cento nos inquiridos com idades entre 50-59 anos, e os 11 por cento nos que têm mais de 60 anos.

Portugueses são mais tradicionais: Apenas 11 por cento concorda que as interações virtuais são tão boas como as presenciais

Em Portugal, os consumidores continuam a preferir as interações pessoais, com apenas 11 por cento a considerar que as interacções virtuais são tão boas como como estar no lugar in loco. Os dados registados nos consumidores portugueses revelam ainda que se encontram abaixo da média dos restantes países do estudo (média global que concorda: 23 por cento), mas ligeiramente superior aos Suecos e aos Japoneses. No que diz respeito a idades confirma-se a tendência dos consumidores dos restantes países analisados: as gerações mais velhas (60 anos ou mais) têm uma menor concordância face às interações virtuais em detrimento das relações presenciais.

Brasileiros e turcos são os mais adeptos das interações virtuais e os suecos e Japoneses os menos

Os brasileiros e os turcos estão no topo da lista de consumidores que acreditam que as interações virtuais possam ser tão boas quanto estar in loco nos lugares (34 por cento em cada um dos países), seguidos dos mexicanos (28 por cento), chineses (27 por cento) e russos (24 por cento).

Concordância e Discordância com a afirmação: “As interações virtuais com pessoas e lugares podem ser tão boas quanto estar lá em pessoa”

Análise (de concordância) comparativa entre Países:

Portugal, análise por grupos etários:

Fonte: GfK Global Survey (Fev'2016: Virtual Interactions).

Estudo global realizado junto de mais de 28 mil indivíduos, com idade superior a 15 anos, através de inquérito online e presencial (em Portugal). O estudo foi realizado em 23 países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, República Checa, França, Alemanha, Hong Kong, Itália, Japão, México, Países Baixos, Polónia, Portugal, Rússia, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e EUA.  Em Portugal o estudo foi realizado junto de uma amostra de 1.250 indivíduos, proporcional à população Portuguesa com 15 e mais anos, sendo que a recolha da informação foi realizada através de entrevista pessoal e directa, durante o mês de Fevereiro de 2016.

Notas do estudo: A questão de partida pedia para os indivíduos indicarem, numa escala de 7 pontos (onde "1" significa "discordo totalmente" e "7" significa "concordo totalmente”), o quão concordavam ou discordavam com a afirmação: “As interações virtuais com pessoas e lugares podem ser tão boas quanto estar lá em pessoa". O grau de Concordância foi obtido através do T2B da escala (6+7) e grau de Discordância obtido através do L2B da escala (1+2).

Francisca Azevedo
Portugal
General