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Press release
-INDUSTRIES|-SOLUTIONS|Brazil|Portuguese (Brazil)

Oportunidades para marcas que podem retribuir tempo ou experiências para clientes

São Paulo, 24.05.2017

  • Internacionalmente, três vezes mais pessoas concordam firmemente do que discordam em desejar mais tempo do que mais dinheiro.
  • Mesmo entre pessoas com baixa renda, duas vezes mais pessoas concordam firmemente do que discordam.
  • Para os que têm a partir de 60 anos de idade a diferença diminui significativamente

Em uma pesquisa on-line recém lançada por especialistas em pesquisas globais da GfK, três de cada 10 pessoas (31%) prefeririam firmemente* ter mais tempo do que dinheiro- comparado a somente 9% que discordam firmemente* disso. E mais de quatro em cada 10 (44%) acreditam firmemente que as experiências são mais importantes que as posses - comparado a apenas 3% que discordam firmemente disso.  

A GfK entrevistou 22.000 pessoas em 17 países quanto a quão decididamente concordam ou discordam das duas declarações: "Prefiro ter mais tempo do que mais dinheiro" e "Experiências são mais importantes que posses".

Internacionalmente, três vezes mais pessoas concordam firmemente do que discordam que prefeririam ter mais tempo do que mais dinheiro. E bem mais de dez vezes mais pessoas concordam firmemente do que discordam que as experiências são mais importantes do que as posses.

Essa preferência por mais tempo do que mais dinheiro é especialmente importante para as pessoas na China (41%), Brasil (37%) e Argentina (32%). E a concordância de que as experiências são mais importantes que as posses são maiores no México (57%), Argentina e EUA (ambas 53%).

A renda desempenha um fator importante na mentalidade dos consumidores, mas possivelmente não até onde poderia se imaginar. Só há uma diferença de 11 pontos percentuais entre as pessoas em famílias de alta renda e aquelas de baixa renda quando se trata do número dos que prefeririam ter mais tempo do que mais dinheiro (38% versus 27%).

Um quadro similar é visto na percepção das pessoas de que as experiências são mais importantes do que as posses. Metade das pessoas em famílias de alta renda concordam com isso (50%) comparado a 38% daqueles em famílias de baixa renda.  

O dinheiro se torna relativamente mais importante para aqueles com mais de 60 anos

Também há algumas diferenças notáveis entre os diferentes grupos etários. Internacionalmente, aqueles que estão na faixa dos 20 e 30 anos têm o maior percentual do que qualquer outro grupo etário que preferiria ter mais tempo do que mais dinheiro - com mais de um terço (36%) cada. E eles também têm o menor percentual daqueles que discordam fortemente disso (7%, cada).

Por outro lado, para aqueles com idade a partir de 60 anos, há uma diferença mais apertada nos números favorecendo mais tempo do que mais dinheiro (19%) versus aqueles que indicam preferir ter mais dinheiro do que mais tempo (13%).

Ao analisar o valor percebido da experiência versus posses, a idade não representa uma diferença significativa nesse panorama. Aqueles na faixa dos vinte e trina anos são os que são mais a favor de experiências em lugar de posses, com 46% concordando firmemente com isso, caindo para 40% para os adolescentes (15-19 anos de idade).  

As descobertas da GfK mostram claramente um potencial de mercado para as marcas que podem se associar na mente dos clientes retribuindo tempo de qualidade na vida das pessoas, ou tornando as tarefas diárias mais simples e mais rápidas. As marcas também podem se destacar perante seus concorrentes ao identificar meios para transformar seu processo de compra em mais de uma experiência para o cliente.

Nota de rodapé: *Todos os dados apresentados nesse relatório representam as duas caixas superiores (concorda) e as duas caixas inferiores (discorda) de uma escala de sete pontos, onde "1" significa "discorda firmemente" e "7" significa "concorda firmemente". 

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